JCB não tem tido problema para formar três programas

Jockey I 21.07.22

Por: Elaine Silva

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Hipódromo da Gávea organiza 26 páreos em três reuniões
A estreia dos potros e potrancas da nova geração, nos meses mais recentes da temporada hípica, aumentou de forma expressiva a população de puros-sangues disponíveis para serem inscritos por seus treinadores

Há algumas semanas, a Secretaria da Comissão de Corridas, do Jockey Club Brasileiro, não tem encontrado maiores dificuldades para a formação de um conjunto de três programas semanais. Na maioria das vezes, com 27 páreos, divididos em 9, por reunião. Alguns fatores têm sido preponderantes na engrenagem, para dar esta guinada positiva a favor do tradicional clube hípico carioca. Em primeiro lugar, sem dúvida, o projeto de iluminação no prolongamento dos 1000 metros. Depois que as provas no tiro curto puderam ser dadas à noite, sob a luz dos refletores, nunca mais houve o mínimo risco de serem formadas apenas duas programações.

Além disso, a estreia dos potros e potrancas da nova geração, nos meses mais recentes da temporada hípica, aumentou de forma expressiva a população de puros-sangues disponíveis para serem inscritos por seus treinadores. E, agora, com a mudança da idade, para 3 anos, os potros tardios também já começam a ficar prontos para estrear. Este detalhe é de suma importância, pois amplia este contingente de competidores, antes restrito aos mais precoces, ou seja, aqueles que ficam preparados mais cedo para correr. Agora começam a pipocar na raia, os produtos preservados pelos grandes proprietários como artigos de fé. Basta ver a qualidade dos estreantes desta semana. Vários deles nem deram bola para os já corridos. É a hora do turfista ficar ligado nas fardas importantes.

Outro fator logístico interessante na formação dos programas tem sido o apoio de profissionais de turfe ao Handicapeur, Vicente Brito, e ao funcionário do JCB, André Rodrigues, profundo conhecedor dos cavalos-de-corrida, e, também das corridas-de-cavalos. O cara é do ramo. A ajuda preciosa dos treinadores, José Luiz Pedrosa Júnior, Vítor Gomes e Leo Reis, estes dos últimos, presidente e vice, da Associação de profissionais do turfe, também tem prestado ajuda inestimável. Eles conhecem na intimidade as dificuldades dos colegas de profissão, em relação a formação dos páreos. Com isso, o intercâmbio, entre quem comanda a equipe, de forma institucional, o Superintendente, Marcelo Beloch, e quem, mete a mão na massa, os profissionais de turfe, fica facilitado. (Raia Leve – Páreo Corrido, por Paulo Gama)

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