LOTERJ destaca potencial de jogos e apostas para impulsionar turismo e desenvolvimento

O potencial do setor regulado de jogos e apostas para contribuir com o desenvolvimento do turismo ganhou destaque na participação da presidente da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (LOTERJ), Fabíola Esteves, no I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas, realizado nesta quinta-feira (13), em São Paulo, com apoio da ONU Turismo.
Durante o encontro, Fabíola ressaltou que jogos, apostas, turismo e entretenimento são atividades que podem dialogar e gerar novas oportunidades econômicas. Em um ambiente devidamente regulado, responsável e seguro, o setor pode contribuir para atrair investimentos, movimentar a cadeia turística, gerar empregos e renda e estimular novos negócios.
A discussão ganha relevância diante da necessidade de ampliar o olhar sobre os impactos de uma atividade regulada. Mais do que estabelecer regras para o funcionamento do mercado, a regulação permite criar condições para que seu desenvolvimento econômico esteja associado à segurança, à responsabilidade e à geração de benefícios para a sociedade.
Para a LOTERJ, a aproximação com o turismo também amplia as possibilidades de integração entre diferentes segmentos da economia. Eventos, gastronomia, hotelaria, entretenimento e outros serviços ligados à atividade turística podem se beneficiar de um ambiente capaz de atrair público, investimentos e novos empreendimentos.
Diversidade para transformar setores
A presidente da LOTERJ participou do painel “Mulheres que Movem Destinos: Liderança, Receita e Transformação”, no qual abordou a importância da diversidade nos espaços de decisão.
Fabíola destacou que o mercado de loterias e apostas passa por rápidas transformações, impulsionadas pela tecnologia, por novos modelos de negócio e por uma sociedade cada vez mais exigente. Nesse cenário, a evolução do setor também passa pela renovação e diversificação de suas lideranças.
A presidente defendeu uma visão ampla de diversidade, que envolva não apenas gênero, mas também gerações, formações, trajetórias, experiências e diferentes formas de pensar.
“Não se trata de trocar uma voz por outra. Trata-se de ampliar a mesa”, afirmou. Para Fabíola, diversidade não deve ser compreendida apenas como representatividade, mas como “estratégia, inovação e qualidade de gestão”.


