Mudança de pista prejudicou MGA do Hipódromo da Gávea nos dias úteis

Blog do Editor I 21.07.22

Por: Magno José

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Movimento de Apostas do Hipódromo da Gávea segue em queda
A reunião de domingo teve faturamento de R$ 610.977,61, na segunda R$ 620.203,96 e na terça–feira R$ 596.065,69

Depois de muito tempo, o Movimento Geral de Apostas na Gávea (MGA), não apresentou diferença de arrecadação significativa, entre a reunião de domingo, com faturamento de R$ 610.977,61, e as corridas promovidas pelo Jockey Club Brasileiro, na segunda e na terça–feira, com R$ 620.203,96, e R$ 596.065,69, respectivamente. Além da realização de duas provas de Grupo 2, os GPs Dezesseis de Julho, e Onze de Julho, no domingo, a programação teve 9 páreos disputados na pista do programa. Ou seja, todas as 9 provas foram realizadas na grama.

O mesmo não aconteceu nos dias úteis. A segunda–feira manteve a tradição de faturar quantia superior aos outros dois dias. Porém, esta diferença, que costuma ser de, no mínimo R$ 100 mil acima do faturamento de domingo, desta vez vendeu apenas R$ 8 mil a mais. E a reunião de terça–feira faturou R$ 14 mil a menos do que o domingo. Algo bem difícil de se prever. Nos dois dias de mudança de raia, a medida foi feita logo pela manhã. Algo desnecessário. Os páreos só seriam corridos às 18h.

Se o funcionário do penetrômetro entrasse na raia para fazer a medição, depois do meio–dia, o JCB teria promovido três dias de corridas na grama. Os proprietários dos cavalos que fizeram forfaits teriam ficado bem mais satisfeitos. E o clube hípico teria arrecadado mais. A menos que a raia de grama comece a dar sinais de dificuldade para suportar o pisoteio dos cavalos. E só possa ser utilizada em caso de raia seca para não causar transtornos. Neste caso, seria justificável a preocupação excessiva em preservá–la. De outra maneira, o JCB deu um belo tiro no próprio pé. (Raia Leve – Paulo Gama)

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