Phil Ivey conta que perdeu US$ 1,5 milhão quando começou a jogar golfe

Jogador revelou que se dedica muito a tudo que conquista seu interesse

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Phil Ivey contratou um técnico para aprimorar o seu jogo no golfe

Apenas os amigos mais próximos de Phil Ivey conseguem arrancar alguns segredos do decacampeão da WSOP. Novo embaixador do PokerKing, o norte-americano gravou uma série de vídeos junto com Barry Greenstein para o canal do site no YouTube. No descontraído bate-papo, Ivey mostrou um pouco da personalidade que fez dele um dos profissionais mais temidos da história do jogo.

“Ter sempre o interesse em aprender é parte da minha vida. O problema é que a partir do momento que eu pego gosto por algo, eu entro de cabeça. Se eu começo a jogar videogame, eu preciso cronometrar o tempo, caso contrário eu passo o dia todo jogando. No momento, eu procuro uma vida mais centrada, porém é preciso muita disciplina. Se eu quero jogar golfe, eu vou tirar propositalmente alguns dias de folga”.

Greenstein rebateu dizendo que nem sempre foi assim. De acordo com o veterano, no passado, Ivey chegava a acordar às 6h30 para passar mais tempo nos campos de golfe. O craque então fez questão de lembrar o ex-Team Pro os motivos de ele ter se dedicado tanto ao esporte há alguns anos.

“Foi assim porque no meu primeiro ano no golfe eu perdi US$ 1,5 milhão”.

Para o craque de 44 anos, toda essa intensidade fez dele um jogador de poker muito melhor.

“Eu queria tanto ganhar, que eu prestava atenção em cada detalhe de tudo que acontecia no jogo. Eu só me dei conta que eu era assim quando eu entrei em uma fase em que eu não tentava tanto”.

Ivey também contou que precisou vencer a desconfiança da família no início da sua carreira. Segundo o norte-americano, ele não contou com o apoio de quase ninguém quando decidiu viver do jogo.

“Todos na minha família foram contra quando eu comecei a jogar. Todos tiveram algo a dizer porque o poker não estava na televisão naquela época. O único que aprovou minha decisão foi meu avô materno. Ele foi esperto demais para perceber que se ele me falasse para não jogar, isso me motivaria ainda mais. Então ele me apoiou desde cedo. Essa desconfiança foi ótima para mim. Quanto mais as pessoas diziam que eu não conseguiria, mais eu queria provar que elas estavam erradas. Se tornou algo que eu precisava fazer”. (CardPlayer)

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