Polícia prende dono de casa de prostituição que anunciou mulher como prêmio de rifa no Rio Grande do Norte

Blog do Editor I 03.03.23

Por: Magno José

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Polícia prende dono de casa de prostituição que anunciou mulher como prêmio de rifa no Rio Grande do Norte
O sorteio estava agendado para acontecer no próximo sábado (4), e o caso ocorreu na cidade de Riacho da Cruz, situada no estado do Rio Grande do Norte

Uma casa de prostituição virou alvo de uma ação policial nesta quarta-feira (1°). A princípio, um homem, de 63 anos, apontado como responsável pelo estabelecimento comercial, foi preso em flagrante pela Polícia Civil por fazer uma proposta impactante: vender uma mulher em troca da assinatura de rifas.

O sorteio estava agendado para acontecer no próximo sábado (4), e o caso ocorreu na cidade de Riacho da Cruz, situada no estado do Rio Grande do Norte. Por causa da atitude do proprietário, a casa de prostituição foi fechada, de acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil.

O idoso, que seria responsável pela casa, estava promovendo uma rifa com a oferta de uma mulher como prêmio. “A cartela é R$ 30, com direito à mulher que for sorteada. Quem ganhar, ganha a mulher, direito a três ‘pegadas’ e uma grade de cerveja. Tudo isso por 30 conto. Três ‘pegadas’, a mulher, o dia todinho, até a hora de fechar. Ela fica só com ele”, afirmou o homem em um vídeo que circulou nas redes sociais.

Inicialmente, a corporação recebeu uma denúncia de suposto crime de favorecimento referente à exploração sexual dentro de um bar de Riacho da Cruz. Todavia, ao chegar ao local, constatou que o local se tratava de uma casa de prostituição. Apesar da prostituição não ser considerado crime, a manutenção de uma casa para explorar a prostituição alheia é proibido por lei.

As vítimas, que seriam mulheres exploradas sexualmente no local, foram ouvidas e liberadas. Embora a prostituição em si não seja considerada crime, manter uma casa de prostituição é proibido por lei. Por isso, o idoso foi preso por esse crime e encaminhado ao presídio de Apodi, onde ficará à disposição da Justiça para responder pelo crime de manter casa de prostituição. A pena pode chegar a 5 anos de prisão, além de multa.

 


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