Ratinho é o novo embaixador da Bet do Milhão e estreia campanha pelo combate às bets ilegais

Já está no ar o primeiro conteúdo da campanha da Bet do Milhão com o apresentador Ratinho, novo embaixador TQJ – Todos Querem Jogar, detentora da marca. A parceria estreia colocando no centro da conversa um tema fundamental para o setor: o combate às bets ilegais e a construção de um mercado de apostas responsável, seguro e regulado.
Com uma trajetória presente na cultura e no cotidiano de milhões de pessoas, o apresentador chega à TQJ para ampliar um debate fundamental para o setor: a importância de fazer escolhas conscientes ao apostar. A campanha chama a atenção para os riscos das bets ilegais e orienta o público a optar por plataformas licenciadas, que atuam de acordo com a regulamentação e assumem compromissos com segurança, transparência e a proteção do consumidor.
“A construção de um mercado sustentável passa, necessariamente, pelo combate à ilegalidade. Empresas que operam dentro da regulamentação assumem responsabilidades claras com a proteção do consumidor, a integridade da operação e o desenvolvimento do setor. Essa é uma agenda que precisa ser tratada com seriedade”, afirma Fernando Justus Fischer, CEO da TQJ.
A escolha de Ratinho como embaixador também traduz a intenção da marca de levar essa mensagem a um público ainda mais amplo, por meio de uma comunicação direta, próxima e acessível.
“Acreditamos na força da comunicação para ampliar o conhecimento do público. Ter o Ratinho conosco neste momento é uma oportunidade de levar uma mensagem importante para mais brasileiros, reforçando que entretenimento e responsabilidade devem caminhar juntos”, afirma Mariana Kannebley, Diretora de Marketing da TQJ.
A campanha da Bet do Milhão representa o primeiro movimento de uma parceria que reforça um compromisso central da TQJ: contribuir para o desenvolvimento de um mercado de apostas mais seguro, transparente e responsável. A companhia mantém sua atuação baseada em governança, compliance, proteção ao consumidor e promoção do jogo responsável.
O posicionamento do apresentador chega em um momento delicado para o setor de apostas regulamentadas, marcado por questionamentos públicos sobre o impacto social e fiscal da atividade e por tentativas de associar o endividamento das famílias às operadoras licenciadas — justamente o segmento que opera sob fiscalização, tributação e regras de jogo responsável. Ao reforçar a diferenciação entre o mercado legal e o ilegal, a fala de Ratinho dá visibilidade, para um público amplo e não especializado, a um argumento que reguladores e operadores regulamentados vêm tentando pautar: o risco real está concentrado nas plataformas clandestinas, sem licença, sem controle de dados e sem qualquer mecanismo de proteção ao apostador.
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