Segundo Raia Leve, o movimento de apostas no JCB está sofrível

A Secretaria da Comissão de Corridas tem enfrentado o grave problema da expressiva redução do rebanho de equinos no país

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A Secretaria da Comissão de Corridas tem enfrentado o grave problema da expressiva redução do rebanho de equinos no país

 

Mais uma vez, o Movimento Geral de Apostas das três reuniões realizadas no Hipódromo da Gávea ficou a desejar. A programação de sábado à tarde não faz mesmo sucesso com os apostadores e nunca alcança os R$ 600 mil. Desta vez foram R$ 556.152,96, que somados aos R$ 177.831,64, do simulcasting, com Cidade Jardim, salvaram a pátria. O mesmo já havia acontecido na semana passada, por ocasião da disputa do Grande Prêmio São Paulo. A reunião de domingo, apesar da mudança de raia por causa das chuvas, teve a maior arrecadação, com R$ 638.186,01. Muito pouco.

A corrida de terça–feira, o segundo melhor resultado financeiro da semana, faturou R$ 609.322,57 para os cofres do Jockey Club Brasileiro. Nada mal, se for levado em conta a pouca qualidade das provas, e a sua reduzida quantidade, apenas oito. Ou seja, quando começa a esquentar já acabou. A Secretaria da Comissão de Corridas tem enfrentado o grave problema da expressiva redução do rebanho de equinos no país. Os caminhões saem diariamente do embarcadouro do prado carioca para outros estados, lotados de puros–sangues de corrida. Prêmios baixos e trato dispendioso formam equação desastrosa para se ter cavalos em tempos de pandemia. (Raia Leve – Paulo Gama)

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