Loterias: ‘Quando o cidadão aposta, o Brasil ganha’
Quem nunca teve o sonho de um dia ganhar na loteria? Este pensamento já passou na cabeça de milhões de brasileiros. Parar em uma lotérica e fazer uma aposta já virou rotina de muitas pessoas, que jamais abriram mãos de sonhar em comprar uma casa, um carro ou viajar. O que muitos apostadores não sabem é que enquanto investem nos jogos da loteria, as entidades e demais projetos sociais do governo federal estão sendo beneficiados.
As loterias não beneficiam apenas quem acerta a aposta e leva o prêmio. Quase metade de sua arrecadação é repassada a programas sociais. Em 2015, R$ 7,05 bilhões – a nível nacional – foram destinados aos beneficiários dessas ações, um incremento de 10,5% em relação a 2014.
Os repasses das loterias aos programas sociais estão regulamentados pela Portaria do Ministério da Fazenda 129/2015. "Estes repasses com toda a certeza fortaleceram o fluxo de caixas de várias entidades assistenciais", comentou o superintendente regional da Caixa – superintendência Campos Gerais, Adriano Borges Resende.
Segundo ele, a Superintendência Campos Gerais, através do trabalho das lotéricas, realizou em 2015 mais de R$ 101 milhões em vendas de jogos, o que resultou no repasse de mais de R$ 48,5 milhões para os programas sociais.
No mesmo período, as Lotéricas vinculadas à Superintendência Campos Gerais realizaram 36,8 milhões de atendimentos, por meio de vendas de jogos e prestação de serviços bancários à população da região.
No mesmo período, as Lotéricas vinculadas à Superintendência Campos Gerais realizaram 36,8 milhões de atendimentos, por meio de vendas de jogos e prestação de serviços bancários à população da região.
"É o que sempre falamos: ‘quando o cidadão aposta, o Brasil ganha’. O sonho da pessoa em querer ganhar não tem preço. E nós percebemos que ao longo dos anos os repasses têm aumentado por conta do aumento do número de apostas. Este é o lado social dos jogos", lembra.
De acordo com Resende, somente no ano passado, foram repassados para o Comitê Olímpico Brasileiro cerca de R$ 243 milhões e mais R$ 43 milhões para o Comitê Paraolímpico. "Isso impacta diretamente no avanço do número de medalhas, sem contar a importância dos repasses para o Fundo Penitenciário, saúde e educação", ressalta. (Diário dos Campos – Luana Souza – Ponta Grossa – PR)


