Megaprojeto de luxo da Galaxy em Macau avança com mais 1,3 bilhões de euros de obras

Cassino I 24.02.21

Por: Magno José

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Apesar da pandemia, o grupo norte-americano Galaxy Entertainment, que opera seis casinos em Macau, avança para a quarta fase de expansão do ‘resort’ de luxo em Cotai, o aterro construído entre as ilhas de Taipa e Coloane

Prestes a concluir a terceira fase, o grupo Galaxy informou neste domingo a bolsa de valores de Hong Kong, que já adjudicou a empreitada da nova fase de expansão à China Construction por 1,3 bilhões de euros. O grupo adianta que prevê pouco mais de três anos para conclusão da obra, mas não avançou uma data para o arranque dos trabalhos.

O anúncio surge apesar dos significativos prejuízos na indústria do jogo devido à pandemia de covid-19, e num momento em que está em cima da mesa a renovação das licenças do jogo em Macau.

Com este investimento, o grupo Galaxy irá duplicar a sua presença no Cotai, a faixa que liga a ilha de Coloane à da Taipa, construído em aterro espaço em Macau onde se localizam os ‘resorts’ de luxo na capital mundial do jogo.

Com a terceira e quarta fases concluídas, a empresa de capital norte-americano vai somar mais 4.500 quartos de hotel e uma arena de 16 mil lugares, numa aposta para alargar a oferta no setor não-jogo.

No início do mês, o grupo Las Vegas Sands inaugurou oficialmente a primeira fase do Londoner, uma restruturação do ‘resort’ integrado Sands Cotai Central, no qual foram investidos US$ 1,9 bilhões (cerca de 1,57 bilhões de euros) no projeto, que deverá abrir progressivamente ao longo do ano.

Os cassinos terminaram 2020 com receitas de 60,4 bilhões de patacas (6,2 bilhões de euros), uma queda de 79,3% em relação ao ano anterior, em que registraram 292,4 bilhões de patacas (cerca de 30 bilhões de euros).

Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em cassino é legal. Três concessionárias, Sociedade de Jogos de Macau, Galaxy e Wynn, e três subconcessionárias, Venetian (Sands China), MGM e Melco exploram casinos naquela que é apelidada de Las Vegas da Ásia, mas que há muito ultrapassou as receitas dos cassinos registradas naquela cidade norte-americana. (Expresso – Macau)

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