Metade dos apostadores portugueses usam operadores ilegais na Internet

Destaque I 09.11.20

Por: Elaine Silva

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A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) recorreu à empresa de pesquisas Aximage para conhecer alguns números e tendências sobre os denominados “jogos de azar” na Internet
A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) recorreu à empresa de pesquisas Aximage para conhecer alguns números e tendências sobre os denominados “jogos de azar” na Internet. Mediante a realização de 601 entrevistas, o estudo apurou que 49,2% dos jogadores admitem que jogam tanto em operadores licenciados como em operadores que estão disponíveis através da Internet, mas não obtiveram as necessárias licenças para operar em Portugal.
A este percentual há que se juntar ainda os 5,6% que admitem que jogam exclusivamente em operadores que não estão licenciados.
“Os bônus, as ‘odds’ e uma maior gama de produtos são as razões primordiais para escolherem a oferta não licenciada”, informa a APAJO em comunicado.
De acordo com o estudo elaborado pela Aximage, 45,2% dos inquiridos dizem apenas jogarem em plataformas devidamente licenciadas. A segurança é a principal razão invocada para a preferência pelos operadores legais.
A larga maioria dos inquiridos consegue distinguir operadores que estão ou não licenciados.
O estudo apurou ainda que “49,4% dos consultados indicaram não ter alterado os seus hábitos de jogo, enquanto 10,6% afirmaram ter gastado mais dinheiro”, informa o comunicado. Além disso, 13,9% dos internautas disseram ter procurado jogos alternativos na Internet, sendo que “3,6% afirmam ter jogado menos que o habitual”. (Expresso – Hugo Séneca)
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