Patrocinadora do próprio time de Paquetá alertou para apostas suspeitas

BNL I 09.06.24

Por: Magno José

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Patrocinadora do próprio time de Paquetá alertou para apostas suspeitas
Lucas Paquetá com a camisa do West Ham (Foto: West Ham United FC/Divulgação)

Lucas Paquetá vive um momento delicado na sua carreira. Aos 26 anos de idade, o jogador revelado pelo Flamengo pode ser banido para sempre de jogar futebol. Segundo o ‘The Sun’, a Federação Inglesa de Futebol (FA), órgão máximo do futebol inglês, quer que brasileiro receba um banimento vitalício se for considerado culpado por suposta manipulação de partidas envolvendo jogos de azar, registra o Globo Online.

Curiosamente, o caso envolvendo as apostas suspeitas de Lucas Paquetá foi alertado pela própria patrocinadora do West Ham, clube onde o brasileiro joga. A Betway, casa de apostas que estampa o espaço mais nobre da camisa do time londrino, foi quem levantou suspeitas sobre movimentações fora dos padrões de apostas.

A empresa teria ficado intrigada com “o número incomum de apostas feitas nele para ser amarelado, rastreadas até a ilha onde ele nasceu”. Segundo o tablóide inglês, cerca de 60 pessoas teriam apostado que Lucas Paquetá receberia um cartão amarelo em quatro jogos diferentes de Premier League entre 2022 e 2023, e que todas as apostas teriam sido feitas a partir da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Foram diversas apostas com valores entre 7 libras (R$ 46, na cotação atual) e 400 libras (R$ 2,6 mil).
Fotos da carreira de Lucas Paquetá

Jogador tem passagens passagens pela seleção brasileira, além de Flamengo (BRA), Milan (ITA), Lyon (FRA) e West Ham (ING)

De acordo com o ‘ge’, os advogados de Lucas Paquetá ganharam mais tempo para formalizar a defesa do atleta sobre o caso. A data limite para apresentação da defesa havia sido estabelecida para o último dia 3 de junho, mas os representantes do jogador foram atendidos pelo Comitê Independente que avalia o caso. A nova data para apresentação da defesa não foi determinada.

O caso de Lucas Paquetá é considerado grave. A Federação Inglesa alega que o brasileiro “procurou influenciar diretamente o progresso, a conduta ou qualquer outro aspecto ou ocorrência das partidas, buscando intencionalmente receber um cartão do árbitro com o propósito indevido de afetar o mercado de apostas para que uma ou mais pessoas lucrar com apostas”, segundo a nota oficial.

 

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