Presidente FBHA defende que o modelo ideal são os cassinos autônomos, sem restrições de índices populacionais

Destaque I 25.07.22

Por: Elaine Silva

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Alexandre Sampaio: “Temos que lembrar que no Brasil as pessoas jogam informalmente e a regulamentação dará maior controle”
Na entrevista Alexandre Sampaio faz um diagnóstico do setor de hotelaria, comércio, bens, serviços e turismo pós-covid

Em entrevista ao Diário do Turismo, Alexandre Sampaio voltou a defender a legalização dos jogos e a definição do modelo ideal através dos cassinos autônomos e sem restrições de índices populacionais.

O empresário com mais de 41 anos de atuação no mercado hoteleiro carioca e fluminense e presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e também do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Cetur/CNC), que reúne mais de 20 entidades associativas empresariais do turismo, além de representantes do turismo nas Federações do Comércio nos Estados não acredita que o projeto de lei que legaliza os jogos seja votado em ano eleitoral.

Na entrevista Alexandre faz um diagnóstico do setor de hotelaria, comércio, bens, serviços e turismo pós-covid, acrescentando a experiência de quem circula e entende os mecanismos legais e toda a jurisprudência do setor. Além disso fala da atuação da sua entidade junto aos parlamentares no sentido de tentar fortalecer os laços com pessoas que podem melhorar o ambiente de negócios para o turismo nacional.

Confira a íntegra da entrevista exclusiva concedida ao Diário do Turismo para a série “Entrevistas Presidenciais”:

O senhor acredita que a legalização dos jogos de azar no Brasil ainda possa acontecer em votação da Câmara?

Não neste ano eleitoral, sendo possível no próximo governo.

O que representa para o setor hoteleiro a liberação dos jogos no país? E qual seria o modelo ideal no seu entendimento?

Creio que ajudaria muito. O turismo brasileiro não pode fechar os olhos à realidade internacional e se perpetuar como uma “ilha”, alheio às demandas do mercado turístico. Iniludivelmente, os cassinos representariam ingresso de divisas e fomento ao turismo, em sintonia com o artigo 180 da Constituição Federal, com incremento da arrecadação tributária e postos de trabalho. Por seu turno, reputo que o modelo ideal seriam cassinos autônomos, sem restrições de índices populacionais.

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