Trio é preso em Goiânia suspeito de integrar grupo que aplicava golpes em casas lotéricas de Goiás e da Bahia

Três homens foram presos em Goiânia suspeitos de integrar um grupo especializado em aplicar golpes em casas lotéricas de Goiás e Bahia. Segundo o delegado Cássio Arantes, em um dos casos, o trio foi responsável por causar um prejuízo de mais de R$ 60 mil a uma agência na cidade de Gandu.
Como o nome dos suspeitos não foram divulgados pelas autoridades policiais, o G1 não conseguiu localizar a defesa deles para que se posicione sobre as acusações.
De acordo com o delegado, os três suspeitos foram presos na última quarta-feira (21), depois que policiais do Grupo Estadual de Investigações Criminais (Deic) trocaram informações com policiais da cidade baiana sobre um possível grupo que estaria atuando nos dois estados e sendo comando de dentro da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.
“Nós assumimos as investigações depois que a vítima, da Bahia, procurou a Polícia Civil e foi constatado que as contas eram daqui de Goiás. Pelo menos 14 contas laranjas foram identificadas aqui no estado, onde, ao menos três casas lotéricas teriam caído no golpe”, disse.
Ao G1, a Diretorial Geral de Administração Penitenciária (DGAP) disse que sempre “contribuiu com as forças policiais nas ocorrências que envolvam detentos do sistema prisional goiano e aguarda as notificações oficiais por parte do delegado responsável pelo referido caso para as observações e providências que o caso ensejar, no rigor absoluto”.
Segundo o delegado, um dos suspeitos preso é responsável por agenciar pessoas para o empréstimo de contas bancárias para o depósito do dinheiro furtado. Os outros dois são suspeitos de fornecer as contas para receber as transferências.
“Um indivíduo se passa por gerente do estabelecimento e, em uma mensagem de aplicativo, informa a algum atendente que um técnico de TI da Caixa Econômica entrará em contato para fazer atualizações nos sistemas. Em seguida, o suposto técnico entra em contato com o mesmo atendente e diz ter feito atualização remota e, para testar se as atualizações foram feitas, pede para que sejam realizadas diversas transações, alegando ser uma simulação, mas as transações são reais”, explicou.
Segundo o delegado, para que não fosse percebido imediatamente o golpe, os suspeitos pediam que os equipamentos fossem desligados e religados após 15 minutos, tempo suficiente para que os valores depositados ou transferidos, geralmente para contas de laranjas, fossem sacados, impedindo sua recuperação.
Ainda de acordo com o investigador, pelo menos mais 13 suspeitos já foram identificados após a instauração do inquérito policial. Os três homens, que tiveram sua prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, foram encaminhados ao Centro de Prisão Provisória (CPP). Os suspeitos devem responder por estelionato e associação criminosa. (G1 GO – Por Millena Barbosa, TV Anhanguera)
Como o nome dos suspeitos não foram divulgados pelas autoridades policiais, o G1 não conseguiu localizar a defesa deles para que se posicione sobre as acusações.
De acordo com o delegado, os três suspeitos foram presos na última quarta-feira (21), depois que policiais do Grupo Estadual de Investigações Criminais (Deic) trocaram informações com policiais da cidade baiana sobre um possível grupo que estaria atuando nos dois estados e sendo comando de dentro da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.
“Nós assumimos as investigações depois que a vítima, da Bahia, procurou a Polícia Civil e foi constatado que as contas eram daqui de Goiás. Pelo menos 14 contas laranjas foram identificadas aqui no estado, onde, ao menos três casas lotéricas teriam caído no golpe”, disse.
Ao G1, a Diretorial Geral de Administração Penitenciária (DGAP) disse que sempre “contribuiu com as forças policiais nas ocorrências que envolvam detentos do sistema prisional goiano e aguarda as notificações oficiais por parte do delegado responsável pelo referido caso para as observações e providências que o caso ensejar, no rigor absoluto”.
Segundo o delegado, um dos suspeitos preso é responsável por agenciar pessoas para o empréstimo de contas bancárias para o depósito do dinheiro furtado. Os outros dois são suspeitos de fornecer as contas para receber as transferências.
“Um indivíduo se passa por gerente do estabelecimento e, em uma mensagem de aplicativo, informa a algum atendente que um técnico de TI da Caixa Econômica entrará em contato para fazer atualizações nos sistemas. Em seguida, o suposto técnico entra em contato com o mesmo atendente e diz ter feito atualização remota e, para testar se as atualizações foram feitas, pede para que sejam realizadas diversas transações, alegando ser uma simulação, mas as transações são reais”, explicou.
Segundo o delegado, para que não fosse percebido imediatamente o golpe, os suspeitos pediam que os equipamentos fossem desligados e religados após 15 minutos, tempo suficiente para que os valores depositados ou transferidos, geralmente para contas de laranjas, fossem sacados, impedindo sua recuperação.
Ainda de acordo com o investigador, pelo menos mais 13 suspeitos já foram identificados após a instauração do inquérito policial. Os três homens, que tiveram sua prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, foram encaminhados ao Centro de Prisão Provisória (CPP). Os suspeitos devem responder por estelionato e associação criminosa. (G1 GO – Por Millena Barbosa, TV Anhanguera)


