Em sabatina, Bacelar volta a defender a legalização dos jogos

Terceiro candidato participante da série de sabatinas do CORREIO da Bahia das Eleições Municipais 2020, João Carlos Bacelar (Podemos) apresentou aos leitores do jornal, nesta terça-feira (20), as propostas que pretende implementar em Salvador, caso seja eleito. Embora tenha trajetória política voltada para a defesa da educação, o administrador e deputado federal trouxe projetos de gestão com foco na economia e geração de empregos.
Defensor da regularização de jogos de azar, como o jogo do bicho, Bacelar é coordenador de uma frente parlamentar na Câmara dos Deputados que enviou para votação em plenário um projeto de lei para liberar a atividade, proibida no país desde 1946. Segundo ele, estima-se que, mesmo na ilegalidade, o segmento movimente cerca de R$ 60 milhões no Brasil e gere 650 mil empregos diretos.
“Num país que não cresce, com o PIB decrescendo e que vive quase exclusivamente do agronegócio, como se pode abrir mão de uma cadeia produtiva riquíssima como essa? Por que deixar na clandestinidade? Só serve para aumentar a corrupção. Se o jogo for oficializado no Brasil, imediatamente, só o bicho, deve gerar 450 mil empregos. Fora o turismo, os shows, a indústria hoteleira. Onde tem jogo, tem renda. O jogo só é proibido na hipocrisia de parcelas da sociedade brasileira”, comentou.


