Monopólio da Loteria de São Paulo compromete geração de empregos

Destaque I 20.01.22

Por: Magno José

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Loterias reforçam o caixa dos governos estaduais

O governo de São Paulo decidiu pela concessão exclusiva da loteria do estado. Pela proposta, apenas uma empresa vai explorar as loterias de prognósticos, instantânea e apostas esportivas. O caso preocupa o setor. O problema do monopólio nas apostas esportivas é que, sem concorrência, o estado perde faturamento, reduz a publicidade e não beneficia os consumidores com produtos e cotações melhores. O Instituto Brasileiro Jogo Legal, por exemplo, defende o modelo concorrencial com múltiplos operadores, que será adotado pelo Governo Federal na operação das apostas esportivas.

Para defensores do modelo concorrencial, este monopólio vai inibir a geração de empregos e renda em virtude das atividades que serão formalmente desempenhadas.

Entre as atividades, estão as inerentes à publicidade, propaganda e marketing, tecnologia da informação, organização ou contratação de pontos de venda ou captação de apostas, patrocínio e realização de eventos esportivos – atividades essas a cargo dos futuros operadores privados. (A Coluna Esplanada é editada pelo jornalista Leandro Mazzini e reproduzida diariamente por 48 jornais e portais de notícias de 25 estados.)

O Dia (Rio de Janeiro)

O Sul (Rio do Grande do Sul)

Mossoró (Rio Grande do Norte)

ND Mais (Santa Catarina)

Jornal de Brasílis (Distrito Fedeal) 

Jornal de Tocantinn (Tocantins)

Diário da Amazônia (Amazonas)

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