Uruguai não é modelo para o Brasil já que país vizinho opera sob monopólio estatal, proíbe operadores privados e tem população 7 vezes menor que o total de usuários de plataformas de apostas no Brasil
Programa de maior audiência do jornalismo brasileiro reuniu nesta segunda-feira (21/9) analistas que criticaram abertamente uma possível proibição das apostas esportivas, horas antes da expectativa de anúncio de medida provisória pelo governo federal
Com 13 clubes da Série A patrocinados por casas de apostas e R$ 1 bilhão em contratos no radar, especialistas dizem que proibição testaria a liquidez de um modelo que também ajuda a sustentar o domínio brasileiro na Libertadores
Presidente anunciou consulta à Fazenda e ao Banco Central antes de eventual Medida Provisória; ministro Dário Durigan reforça em entrevista a CNN Brasil que "não há nada definido"
Presidente rebateu nota de clubes de futebol contra restrições ao setor e classificou apostas como "doença"; além de ameaçar patrocínios ao futebol, investimentos em mídia, a proteção dos apostadores, milhares de empregos e bilhões em arrecadação, medida em estudo pelo governo pode custar caro nas urnas
Cifra de R$ 62,5 bilhões repercutida pela Agência Brasil, Money Times e dezenas de outros veículos nasce de uma estimativa que o próprio centro de pesquisa de origem classifica como “ordem de grandeza” — não uma medição causal — e mistura apostas com um setor inteiro do CNAE; mais um Selo Narrativa BNLData