Antes de repetir que "mais da metade dos apostadores atrasa contas por vício", vale checar a metodologia por trás do número e comparar com os dados oficiais do mercado regulado. Confira a análise completa em 10 pontos
Entidade divulgou posicionamento afirmando que restrições ao setor regulamentado podem impulsionar usuários para plataformas ilegais, que movimentam R$ 40 bi por ano e que o país pode deixar de arrecadar R$ 10,8 bi durante Copa do Mundo se consumo for direcionado para clandestinidade
Secretaria de Comunicação Social divulga campanha publicitária sobre restrição a plataformas online regulamentadas durante período de renegociação de dívidas e insiste em vincular endividamento com as bets
Reportagem do g1 Globo revela que os programas de renegociação podem aliviar a inadimplência, mas histórias reais mostram que o crédito fácil e a falta de educação financeira seguem empurrando brasileiros para o vermelho
Nota do Painel S.A. da Folha de S.Paulo revela que o programa de refinanciamento impede acesso a plataformas regulamentadas para pessoas que renegociarem dívidas de cartão e crédito pessoal, mas não impede de apostar nos sites ilegais
Restrição vale para quem usar recursos do Fundo de Garantia de Operações na renegociação de dívidas e será operacionalizada por meio de ajustes na API de consulta. O Banco do Brasil atuará como centralizador no fluxo de informações para operacionalizar o sistema
Se considerarmos o resultado do Desenrola 1.0 como referência, a restrição poderá atingir 562 mil apostadores ativos entre 20 mi de beneficiários esperados na vertical ‘família’ e uma redução de R$ 822 mi por ano na arrecadação das plataformas reguladas segundo cálculo do BNLData; entenda