Receitas de jogo dos cassinos Solverde aumentam em 2018 para 90 milhões

Cassino I 30.11.18

Por: Magno José

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Falando durante um encontro com jornalistas em Vila Nova de Gaia, Nuno Vasconcelos afirmou que a concessão de Espinho é que mais fatura, seguindo-se o Casino de Vilamoura, o da Praia da Rocha (Portimão), o de Chaves e o de Montegordo.

No que se refere ao negócio da hotelaria – o grupo Solverde explora quatro hotéis em Portugal (Hotel Solverde – Vila Nova de Gaia, Hotel Apartamento Solverde – Espinho, Hotel Algarve Casino – Praia da Rocha e Hotel de Chaves) – deverá manter-se “ao nível de 2017”, que foi “o melhor ano de sempre para todas as unidades”, com uma faturação global em torno dos 13/14 milhões de euros.

De acordo com Nuno Vasconcelos, uma das apostas do grupo Solverde em 2019 será o ‘Casino Solverde Online’, lançado em setembro de 2017 e em cuja promoção serão investidos 1,5 milhões de euros no próximo ano.

Segundo o diretor-geral de ‘marketing’ da Solverde, esta campanha promocional pretende marcar o “relançamento” daquele que é considerado “o sexto casino da Solverde” e assinalar o facto de ter recentemente passado a estar disponível ‘online’ o jogo Blackjack, “muito valorizado” pelos jogadores de casino e que a Solverde “não conseguiu oferecer” no primeiro ano de operação do casino virtual.

Adicionalmente, disse, passaram também recentemente a estar disponíveis no casino ‘online’ da Solverde os jogos do fornecedor NetEnt.

Do montante total a investir em promoção do negócio de jogo ‘online’, um milhão de euros serão aplicados numa campanha promocional “com uma muito forte componente digital e em meios tradicionais como a televisão”, a que se juntarão mais 500 mil euros em ações de exterior e ‘roadshows’ promocionais.

Passado um ano desde o lançamento do ‘Casino Solverde Online’, Nuno Vasconcelos faz um balanço positivo da operação, apontando “mais de 100 mil clientes ‘online’ registrados”, mas admite a expectativa “de que algumas coisas tivessem sido melhores”, nomeadamente ao nível da oferta de jogos disponibilizada aos utilizadores.

O grupo português foi fundado em 1972 por Manuel de Oliveira Violas. Em 2007, o grupo Violas SGPS, maior acionista, lançou com sucesso uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Solverde, a 17,50 euros por ação, com o objetivo de controlar o restante capital e retirar a empresa turística da bolsa de valores. (PTJornal)

Grupo Solverde investe 1,5 milhões no relançamento do casino online

Numa altura em que os casinos online legais lutam contra a proliferação de plataformas que escapam ao controlo dos reguladores e do fisco, o grupo quer aumentar a sua exposição ao jogo virtual.

O Grupo Solverde – que tem nos seus ativos cinco casinos e mais um: o online – vai investir cerca de 1,5 milhões de euros no relançamento do projeto virtual, depois de ter aberto o casino online em setembro do ano passado. Para isso, e para além de ações promocionais, o grupo conta com um novo jogo online: o Black Jack, considerado um dos instrumentos mais procurados pelos jogadores que optam pelo jogo virtual.

Nuno Vasconcelos, diretor de Marketing do grupo, disse que neste momento o casino da Solverde terá cerca de 100 mil jogadores registrados – para receitas que só serão conhecidas no final do ano – o que considera um indicador muito positivo. Recorde-se que os casinos online legais sofrem com a concorrência de sites que escapam a qualquer controlo da entidade reguladora (e fiscal) – o que aliás leva os operadores legais a pedir pedidas de discriminação positiva no quadro das alterações do modelo de tributação do jogo online que está em preparação.

De qualquer modo, segundo adiantou Nuno Vasconcelos, não há qualquer teto mínimo que o grupo queira atingir com esta ação promocional, em termos do número de registros.

O grupo responde pelos casinos de Espinho, Chaves, Praia da Roca, Vilamoura e Montegordo. No final do primeiro semestre do ano, o casino de Espinho registrou um crescimento de 9,1% nas receitas, tendo atingido os 24,1 milhões de euros. Os três casinos do Algarve totalizaram receitas de 15,5 milhões de euros (mais 14,2% que no período homólogo do ano passado). Já o casino de Chaves apresentou uma quebra de 6%, para os 3,4 milhões de euros – muito à custa da ‘concorrência’ da disseminação de jogos um pouco por todo o lado que se verifica na vizinha Espanha.

Para alterar esta tendência, os responsáveis da Solverde estão a tentar implementar novos programas de angariação de clientes através de um mix entre o casino e o hotel onde as salas de jogo se encontram instaladas.

Refira-se que os 11 casinos físicos a operar no país contabilizaram receitas brutas com o jogo superiores a 152 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 3,8% face ao homólogo de 2017. (Jornal Económico)

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